Texto por Colaborador: Redação 22/07/2021 - 23:30

Precisando vencer para avançar às quartas de final o técnico Diego Aguirre mandou um Inter com Galhardo e Yuri Alberto visando potencializar o poder de finalização da equipe na noite desta quinta-feira (22), no Beira-Rio, na prática, porém, vimos em uma formação que foi tudo menos "matadora", protagonizando mais um vexame na história recente do clube. Recebendo o mesmo rival das semifinais de 1989, o monstro parecia pequeno perto das inúmeras chances criadas no 1° tempo. No entanto, a falta de ambição do jogo em Assunção começou a cobrar seu preço quando Edenílson desperdiçou um pênalti e trouxe um tranquilo Olimpia para o jogo. Com uma série de atuações patéticas - sobretudo de Galhardo - Aguirre foi piorando o que já estava ruim com trocas sem sentido, ressuscitando aos poucos no mesmo filme de terror de 32 anos atrás. O Beira-Rio virou um espantalho ao presenciar uma nova desclassificação vexatória (somando-se há de meses atrás para o Vitória, na Copa do Brasil), fazendo jus a um elenco de perdedores. Agora, só resta o Brasileiro, e um futuro com uma direção completamente amadora em nem 8 meses. Se não fosse pouco, o SCI perdeu alguns milhões cruciais, aumentando a pressão financeira.

Agora, o Clube do Povo se foca no Brasileirão, quando visita o Athletico-PR no próximo domingo (25), às 18h15. 

Atuação impecável, se não fosse pelo fracasso ofensivo. Dominantnte em praticamente todo os 45 iniciais. o Inter simplesmente foi a cara da incompetência, pelo menos nos seus atacantes. Empilhando oportunidades claras, logo aos 6' Yuri chutou no goleiro na primeira grande chance. Aos 16', Taison perdeu na frente de Aguilar, mas não tão clara quanto a de Galhardo, dois minutos, livre. Aos 22', Taison novamente em contra-ataque, colocou na trave. A pressão se manteve com Galhardo e Dourado quase marcando à queima roupa após batida de falta. Aos 39', para variar, o centroavante camisa n° 17 vermelho perdeu quase na pequena área, com Yuri vendo o arqueiro paraguaio salvar - em grande lançamento de Maurício - instantes depois. Ao todo, o SCI somou 12 finalizações contra apenas 2 dos visitantes, mas viu o 0 a 0 até o intervalo por pura incompetência própria.

No segundo tempo, o que estava bom foi se esfarelando, até que o Olimpia, mantendo uma boa organização defensiva, passou a competir de verdade. Com uma formação que não dava mais certo, o Inter encontrou um lance ao acaso de pênalti, mas viu Edenílson bater na mão do goleiro. Desestruturado e abatido psicologicamente, os paraguaios passaram a mandar no jogo, enquanto Aguirre fazia um show de trocas sem sentido, ainda mais após não ter um centroacante reserva, pois optou por trazer Yuri na ala desde o início. O scritp estava desenhado: o SCI repetiria 1989, só que dessa vez contra um time Olimpia imensamente pior. Nos pênaltis um Daniel caçando borboletas e um Galhardo sempre amarelando - que nem a cor do seu cabelo - consagraram mais um vexame na história recente. 

DESTAQUE POSITIVO: BRUNO MENDEZ

FICOU DEVENDO: GALHARDO, MOISES, DANIEL E EDENÍLSON

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